Luís Carlos Patraquim - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Luís Carlos Patraquim
Luís Carlos Patraquim
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Luís Carlos Patraquim (Maputo, 1953), jornalista, poeta, escritor e roteirista moçambicano, com diversificada obra publicada. Por exemplo, Monção (Edições 70 e Instituto Nacional do Livro e do Disco de Moçambique, 1980), A Inadiável Viagem (ed. Associação dos Escritores Moçambicanos, 1985), Mariscando Luas (Editora Vega, 1992), Lidemburgo Blues (Editorial Caminho, 1997), O Osso Côncavo e Outros Poemas (Lisboa, Editorial Caminho, 2005), Pneuma (Editorial Caminho, 2009) e A Canção de Zefanías Sforza (Porto Editora, 2010).

 
Textos publicados pelo autor
A pandemia e o festival de inanidades
Os miasmas de antanho travestidos de novas palavras

Texto do autor lido no  programa Páginas de Português, emitido pela Antena 2, no domingo, 19/04/2020,  com a participação da professora  Carla Marques, sobre a elaboração de um  glossário de termos associados à pandemia do  novo coronavírus e à correspondente crise sanitária que assola o mundo.

Lisbon Revisited

«(...)  A língua portuguesa não é a mais adequada para se falar da capital da famosa e mui frequentada West Coast of Europe.

O Christmas Spirit, ou Geist, olorando as almas e dando leveza aos sacos das prendas, a Lisboa dos Hotéis e dos Hostels, dos Tuk-Tuk e da algaraviada de línguas, só fica bem em inglês. (...)

Talentos e talentaços

A utilização da língua portuguesa na RTP é a prova acabada do talentaço reinante nos programas da estação pública nacional. A desmedida é tal, que o idioma de Cesário Verde, para não estar sempre a citar o trinca-fortes do Camões, não chega.

Got Talent Portugal é um dos seus mais jubilosos programas, acabadinho de ser anunciado, por acaso no insuficiente idioma do meu vendedor de pêra-rocha. (...)

O “hadem” da troika

«O verbo haver assola-nos. Há crise. Não há dinheiro. Há impostos, taxas, Salazares fantasmagóricos a rasparem umas gamelas a que se chamava direitos adquiridos…». Texto do autor lido no Páginas de Português, da Antena 2, no dia 22 de dezembro de 2013.

Mandela  (1918 – 2013)

«Nelson Mandela aboliu a maldição de Babel» escreve o jornalista e poeta moçambicano Luís Carlos Patraquim, numa evocação ao desaparecimento do político sul-africano, esténuo combatente do apartheid