Frederico Lourenço - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Frederico Lourenço
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Frederico Lourenço (Lisboa, 1963) doutorado pela Universidade de Lisboa, é especialista em Estudos Clássicos, além de ensaísta, tradutor e escritor. Traduziu a Ilíada e a Odisseia (Prémio D. Diniz da Fundação Casa de Mateus e Grande Prémio de Tradução APT/PEN), bem como a poesia da Grécia antiga, que selecionou para um volume intitulado Poesia Grega de Álcman a Teócrito.  Entre o seus livros de ensaios, contam-se Grécia Revisitada (2009), Estética da Dança Clássica (2014) e Livro Aberto: Leituras da Bíblia (2015). No domínio do relato de ficção ou autobiográfico, é autor de Pode Um Desejo Imenso, Amar não Acaba, À Beira das Estrelas e A Formosa Pintura do Mundo.

 
Textos publicados pelo autor
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Frederico Lourenço defende as línguas clássicas a propósito da sua Nova Gramática do Latim

Apesar de alguns sinais de recuperação, é mínima, se não mesmo nula, a oferta de latim e grego no ensino não universitário de Portugal, situação agravada pela escassez e desatualização dos materiais de estudo para o público de língua portuguesa. À volta do lançamento da sua Nova Gramática do Latim (Lisboa, Quetzal, 2019) e do seu percurso académico, o professor universitário, classicista, escritor e tradutor Frederico Lourenço defende o regresso das línguas clássicas aos currículos e dá conta dos projetos de tradução que tem levado a cabo – com especial relevo para o da Bíblia em grego, incluindo os Septuaginta –, em entrevista concedida ao jornal digital Observador  (6/04/2019) e aqui transcrita com a devida vénia.

Na imagem, lápide depositada no Museu Municipal José Monteiro do Fundão, na qual se lê a seguinte inscrição em latim (entre parênteses, o desenvolvimento das abreviaturas): Nepos / Arconis F(ilius) / H(ic) S(itus) E(st) / S(it) T(ibi) T(erra) L(evis) (tradução: ««Nepos, filho de Arcão, está aqui sepultado, que a terra lhe seja leve»; informação disponível em Arqueofundao.hotspot.com e Hispania Epigraphica).

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A propósito da querela do Acordo Ortográfico, apresenta-se um texto que Frederico Lourenço escreveu e divulgou no dia de Carnaval de 2016 (9/02/2016) no mural da sua página do Facebook.