António Bagão Félix - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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António Bagão Félix
António Bagão Félix
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Economista, professor universitário português, várias vezes chamado a exercer funções governativas. Comentador e colunista em diversos órgãos de comunicação portugueses, é autor, entre outros livros, de Do lado de cá ao deus-dará (2002), e O cacto e a rosa (2008), Prefácio sobre a "origem do conto do Vigário" de Fernando Pessoa (2011) e Trinta árvores em discurso directo (2013). Sobre o autor, mais aqui.

 
Textos publicados pelo autor
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Sobre a linguagem de género

A chamada linguagem inclusiva e a crítica ao «estereótipo de género» em foco neste artigo sarcástico do autor, transcrito do jornal “Público” de 7 de dezembro de 2018.

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«A estética da palavra é uma mistura quase sinestésica do som, da textura silábica, do bom casamento (ou não) entre vogais e consoantes, da macieza (ou falta dela), da cor que, por vezes, lhe associo», escreve o autor nesta crónica que se transcreve a seguir do jornal “Público” do dia 16/11/2017, em que enumera as «10 palavras mais feias que por aí andam [no espaço mediático português] de braço dado com modismos ou encavalitadas em posologia tecnocrática.»

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Crónica do autor sobre a linguagem corrente na Internet e a «sentença de morte [dada] ao espartano acento circunflexo, ao lânguido til, aos austeros acentos agudo e grave, e às cerimoniosas cedilhas»...

 

[in jornal "Público" de 8 setembro de 2017, de que se transcreve na íntegra a seguir, com a devida vénia.]

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«À condição», em vez de «sob condição», e «por defeito» – tradução literal do inglês "by default" – são dois casos de «modismos mais ou menos tecnocráticos e de anglicismos forçados» apontados neste texto do autor, que se transcreve do jornal Público do dia 16/02/2017.

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Se o autor acertar quanto à palavra de 2016 em Portugal – uma iniciativa da Porto Editora desde 2009 –, como escreve neste artigo saído no jornal Público de 6/12/2016, «será a vitória do calão, assim fazendo jus à sua presença crescente na linguagem oral e nas redes sociais.» No caso, «um vocábulo da política [portuguesa] deste ano, cognome da maioria governamental, que teima em querer contrariar o que, nos dicionários, significa algo mal engendrado, tosco e desenculatrado.»