Curso e palestra sobre o esperanto - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Curso e palestra sobre o esperanto
Duas iniciativas inéditas em Angola
144

No anfiteatro da Universidade Lusíada de Angola, em Luanda, no dia 5 de Dezembro de 2019, 5.ª-feira, das 17h15 às 19h30 (15 minutos para apresentação), ocorrerá um curso-relâmpago de esperanto, ministrado pelo advogado Miguel Faria de Bastos, com o título “O Esperanto, língua pan-veicular, planeada, interétnica, neutra”.

O curso destina-se especialmente a juristas, mas também a profissionais de saberes correlacionados com o Direito em geral e o Direito linguístico em especial, v.g. os Direitos Humanos, a Interlinguística, o Planeamento linguístico, a Sociolinguística e a Glossopolitologia.

O curso compreenderá uma 1.ª parte, de gramática integral e léxico essencial, e uma 2.ª parte, com terminologia jurídica.

É patrocinadora a anfitriã Universidade Lusíada de Angola e são promotores a Associação Internacional de Juristas Esperantófonos (sede: País de Gales) e Faria de Bastos & Associados – Advogados, R.L. – De Bastos (Rua Cmte. Kwenha, n.º 199 – r/c, Maculusso, Luanda).

O esperanto, candidatado a Património Imaterial da Humanidade, foi, além de por muitas outras instituições internacionais, recomendado pela UNESCO, nas Conferências Gerais de Montevidéu, em 1954, e de Sófia, em 1985, aos seus Estados-membros, como língua disciplinar dos programas de ensino escolar oficial.

A inscrição, de Kz. 3.000,00 por pessoa (para despesas), deve ser anunciada para o endereço eletrónico mfb@debastosadvogados.com com anexação do comprovativo de transferência bancária desse valor para a conta do Banco BIC n.º 39235503 10 001 – IBAN: AO06 0051 0000 3923 5503 1019 3 – titular Miguel Albino Faria de Bastos.

 

Numa outra perspectiva, está prevista para o 1.º trimestre de 2020 uma palestra seguida de colóquio, subordinada ao tema “O  Direito à Língua como direito do Homem e dos Povos – a nível parental, oficial e pan-veicular. UNESCO e prospectivada, ordem linguísticas planetária”, cuja realização deverá ter lugar numa Universidade ou Embaixada. Uma língua planeada não especificada nem eleita institucionalmente, a nível supranacional, é apresentada como  objeto dum direito humano (um ensaio embrionário, salvo erro inédito). Até agora, as línguas (étnicas ou planeadas) têm sido objeto de Antropologia Linguística, Etnologia Linguística, Sociologia  Linguística, Politologia  Linguística (Glossopolitologia), Psicologia  Linguística, Interlinguística (Linguística comparada, Planeamento linguístico, Comparatística das línguas planeadas, etc.).