O nosso idioma // O português em Angola «Três irmãs "foram abusadas" sexualmente» A viciosa utilização do particípio passado do verbo abusar, nesta crónica do autor no semanário luandense Nova Gazeta, de 17/12/2015, à volta dos usos do português em Angola. Uma construção que se tornou recorrente também no Brasil, como observa Luciano Eduardo de Oliveira, em nota acrescentada no final. Edno Pimentel · 18 de dezembro de 2015 · 6K
O nosso idioma // O português em Angola «Precisa de uma “despensa” para descansar» Dispensa e despensa são palavras parónimas (às vezes, homófonas, quando o i átono soa e mudo) que andam há muito confundidas no uso, não só no Brasil ou em Portugal, mas também em Angola. O professor e jornalista angolano Edno Pimentel, em crónica a propósito da escolha de um nome próprio pessoal (antropónimo) para um recém-nascido, explica a diferença semântica e etimológica entre os referidos vocábulos (texto publicado em 10/12/2015, no jornal luandense Nova Gazeta). Edno Pimentel · 11 de dezembro de 2015 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola Quem tem caligrafia bonita? A propósito da realidade social e linguística de Angola, Edno Pimentel propõe uma reflexão acerca do significado etimológico de caligrafia, palavra que hoje se emprega numa aceção que se afasta desse sentido original, mas é legitimada pelo seu registo em dicionário. Crónica publicada no jornal luandense Nova Gazeta, em 3/12/2015. Edno Pimentel · 9 de dezembro de 2015 · 14K
O nosso idioma // O português em Angola «Entre janeiro "a" novembro, houve várias vítimas» Diz-se corretamente «de janeiro a dezembro» e «entre janeiro e dezembro», mas, a propósito do flagelo do abuso sexual de crianças em Angola e do tratamento mediático do tema, Edno Pimentel verifica que há quem confunda as duas construções («entre janeiro a dezembro»). Crónica publicada no jornal luandense Nova Gazeta, em 26/11/2015, que a seguir se transcreve conforme a norma ortográfica de 1945, em vigor em Angola. Edno Pimentel · 30 de novembro de 2015 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Simpatizei"-me" com ela» Registos (não) normativos do português em Angola Aproveitando o vocabulário característico do português falado em Angola, o jornalista e professor Edno Pimentel assinala o uso incorreto de simpatizar como verbo reflexo («simpatizei-me com ela», em vez do correto «simpatizei com ela»). Crónica publicada no jornal luandense Nova Gazeta, em 12/11/2015. Escrita segundo a norma ortográfica de1945, seguida em Angola. Edno Pimentel · 18 de novembro de 2015 · 10K
O nosso idioma // O português em Angola «Acabaram-se as "fraudas"» «No Brasil, evitam-se as vergonhas assim: o povo usa, não ofende, não fere sensibilidades nem faz mal a ninguém, pelo contrário, facilita a comunicação, enriquece o léxico e diversifica ainda mais a cultura, porque não fazer parte da família vocabular?»Pergunta Edno Pimentel em crónica que junta algumas reflexões sobre o português do Brasil, em confronto com a relação entre norma e uso no português de Angola. Texto publicado pelo semanário luandense Nova Gazeta em 5/11/2015. Edno Pimentel · 18 de novembro de 2015 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola «Não tenho bilhete de "entidade"» Diz-se que são parónimas as palavras que têm pronúncia semelhante, como é o caso de identidade e entidade, cuja confusão pode dar origem a erros embaraçosos como «bilhete de "entidade"», expressão erroneamente empregada em lugar de «bilhete de identidade». Tendo como pano de fundo a realidade social e linguística de Angola, Edno Pimentel salienta esta confusão, muito comum na língua portuguesa, numa crónica publicada pelo semanário luandense Nova Gazeta em 29/10/2015. Edno Pimentel · 30 de outubro de 2015 · 6K
O nosso idioma // O português em Angola «A Ary é o cantor mais bem pago em Angola» Em referência a uma mulher, se dissermos ou escrevermos «ela é a melhor cantora do mundo», excluímos os homens que também cantam. Mas poderemos formular uma frase como «ela é o melhor cantor do mundo», querendo dizer que, entre mulheres e homens, ela é a melhor? Eis o tema de uma crónica de Edno Pimentel, à volta de uma questão que, como no resto da lusofonia, também levanta problemas no português de Angola. Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 22/10/2015, no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 26 de outubro de 2015 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Estudo "no" Enad» É arbitrário o género a atribuir a siglas e acrónimos? Não, não é, como explica Edno Pimentel em mais uma crónica à volta dos usos do português de Angola. Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 8/10/2015, no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 8 de outubro de 2015 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola «Não tenho nada "haver" com isso» Escrevemos «não tem nada haver com isso», e, no computador, a expressão fica sublinhada, em sinal de erro. Porquê? É este o ponto de partida para mais uma crónica de Edno Pimentel, na perspetiva dos usos do português angolano. Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 1/10/2015, no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 1 de outubro de 2015 · 8K