Pelourinho Errar é humanitário?... «ONU quer travar tragédia humanitária no Sudão» – uma incorreção recorrente nos media portugueses José Mário Costa · 27 de maio de 2005 · 5K
Lusofonias Sobre a pronúncia e a grafia [Depois de ter tratado] da conjugação de verbos como resignar, impregnar, impugnar, etc., cujas flexões podem apresentar alguma dificuldade de pronúncia e/ou de grafia. Vimos, por exemplo, que a tonicidade da forma impregna recai no e, que é aberto (não se lê "impreguína"; lê-se imprégna). Vamos trocar mais dois dedos de prosa sobre o tema pronúncia/grafia. O leitor talvez já tenha visto a palavra ritmo escrita com acento agudo no "i" (rítmo). De início, é preciso deixar claro que ritmo se escre... Pasquale Cipro Neto · 24 de maio de 2005 · 6K
Lusofonias O triângulo Portugal-Brasil-PALOP O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Gomes Cravinho deu uma extensa entrevista ao jornal "Público” (de 17 de Maio p.p.), onde passa em revista as grandes opções da política externa de Portugal.No que se refere à política cultural externa e mais especificamente ao posicionamento da Língua Portuguesa no mundo, duas ideias centrais decorrem do seu discurso e, quanto a nós, de primordial importância: o interesse da Língua Portuguesa em África... José Manuel Matias · 20 de maio de 2005 · 3K
Pelourinho A insistência no "islamista"... No jornal "Público" Se é islamista em vez de islamita, guarda-se com curiosidade o dia em que a coerência os leve a escrever "israelista"… José Mário Costa · 16 de maio de 2005 · 5K
Pelourinho Serão adesivos? «Louçã, Fazenda e Portas já só conseguem disfarçar com a aderência à candidatura de José Sá Fernandes à Câmara de Lisboa» (Raul Vaz, director adjunto do "DN"). É certo que há quem queira fazer crer que adesão e aderência são uma e a mesma coisa. Mas não terá o director adjunto de um jornal a obrigação de conhecer a diferença que a dra. Regina Rocha tão bem explica no Ciberdúvidas? José Mário Costa · 12 de maio de 2005 · 4K
Controvérsias Um flagrante atropelo da gramática Ao contrário do que sustenta de Maria Regina Rocha na sua resposta "Um dos que...", nas frases deste tipo, o verbo que se segue só pode figurar no plural. A mais simples análise sintáctica leva a concluir que uma forma verbal no singular constitui um erro grosseiro. Jorge Madeira Mendes · 10 de maio de 2005 · 5K
Controvérsias As circunstâncias especiais para o uso do singular Agradeço ao consulente Jorge Madeira Mendes a sua contestação. Considero que tem razão quando defende que com a expressão “um dos que” o verbo deve ir para o plural. É a regra, é a concordância sintáctica mais adequada, como referi no início da resposta que dei. O antecedente mais próximo do relativo “que” está no plural (“os”, “aqueles”), pelo que o verbo... Maria Regina Rocha · 10 de maio de 2005 · 3K
Pelourinho Disparates "midiáticos" 1. Fátima Campos Ferreira, apresentadora do programa de debate na RTP "Prós e Contras", vira-se para um dos seus convidados e pergunta: «Dr.ª Maria João Rodrigues, acha que é o Estado que deve despoletar o processo de modernização...?» Se já há um dicionário, o da Porto Editora, a ceder ao disparate... 2. E lá veio, de novo, e sempre, o ... José Mário Costa · 28 de abril de 2005 · 3K
Pelourinho Os erros de Marcelo Marcelo Rebelo de Sousa é um comentador de acontecimentos políticos, protagonista de um programa intitulado "As Escolhas de Marcelo", emitido aos domingos no primeiro canal da televisão pública portuguesa, RTP. No último domingo, dia 17 deste mês de Abril, resolveu alargar o âmbito do seu comentário e criticar erros de políticos na utilização da língua portuguesa. Mas... diz o povo, no seu entendimento de séculos, «Olha para ti e fica-te por aí» ou «No melhor pano cai a nódoa». E desta vez caiu.... Maria Regina Rocha · 21 de abril de 2005 · 6K
Antologia // Portugal A linguagem do calão Prefácio ao livro "Dicionário do Calão", da autoria Albino Lapa «O calão, a meu ver, começou por ser uma linguagem de defesa do fraco contra o poderoso, do preso contra o carcereiro e algoz, do conspirador contra o juiz e o tirano. Que procurasse tornar-se criptográfica o mais possível, é lógico. Que acabasse por tornar-se parasita, está também na derivação das coisas humanas.» Extrato da carta de Aquilino Ribeiro a Albino Lapa, autor do Dicionário do Calão, de quel foi o prefaciador. Aquilino Ribeiro · 14 de abril de 2005 · 10K