Acordo Ortográfico // Critérios a rever – propostas e sugestões Critérios para um vocabulário adequado ao português europeu* Contextualizando historicamente o Acordo Ortográfico de 1990 e propondo critérios de aplicação adequados ao português europeu, D´Silvas Filho retoma com mais desenvolvimento a sua crítica a aspectos do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Porto Editora e do Vocabulário Ortográfico do Português (VOP) do Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC). D´Silvas Filho · 2 de julho de 2010 · 7K
Pelourinho "O brasileiro"?! Na explicação-notícia do jornal Expresso, que passou a ser editado segundo as novas regras do Acordo Ortográfico, um guia anexo sobre as principais mudanças no português escrito, da autoria de Daniel Ricard... José Mário Costa · 2 de julho de 2010 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias O tratado internacional vinculativo do Acordo Ortográfico 1. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, de 16 de dezembro 1990, previa, na sua redação original, a entrada em vigor em 1 de janeiro de 1994, após ratificação de todos os Estados signatários (art.° 3.°). Fernando Guerra · 25 de junho de 2010 · 9K
O nosso idioma «A língua é a única herança que me coube em sorte…» «A língua é a única herança que me coube em sorte, e não é pequena, como se sabe.», escreveu poeta português Eugénio de Andrade (1923-2005) no livro Terra de Minha Mãe, ia segui transcrito Eugénio de Andrade · 23 de junho de 2010 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias «Os portugueses sempre se consideraram os donos da língua. Hoje há vários donos» Entrevista da jornalista Fabiana Godoi, correspondente do jornal Público em São Paulo, ao académico, gramático e filólogo brasileiro Evanildo Bechara. Aos 82 anos de idade, aquele que é considerado o pai do Acordo Ortográfico no Brasil critica aqui os que afirmam que Portugal sofreu mais mudanças do que o Brasil com a nova reforma do português escrito: «Quem diz isso não leu o Acordo.» O que houve foi uma reforma, ou um acordo? 21 de junho de 2010 · 6K
O nosso idioma // Literatura O escritor como mestre: na morte de José Saramago Intervenção do professor universitário Carlos Reis, em representação da Fundação José Saramago, na sessão de exéquias do Nobel português de Literatura, no dia 20 de Junho de 2010. Carlos Reis · 20 de junho de 2010 · 5K
O nosso idioma Magaliesburgo: um aportuguesamento recente No contexto do Campeonato Mundial de Futebol de 2010, a decorrer na África do Sul, a comunicação social portuguesa deu súbita proeminência a uma pequena cidade. Por um lado, porque é aí que se encontra alojada a selecção de Portugal. Por outro, porque a cidade, de seu nome Magaliesburg, em africânder e inglês, foi espontaneamente aportuguesada como Magaliesburgo. É... Carlos Rocha · 17 de junho de 2010 · 6K
O nosso idioma // Estrangeirismos Por uma campanha pelo «português transparente» A propósito da crise mundial, alguns teóricos têm chamado a atenção para aquilo que apelidam de «desacoplagem da área financeira» da chamada economia real. Com este conceito pretende-se dizer que a finança criou, em gabinete, aplicações, na gíria chamam-se produtos, de tal modo complexos, na gíria chamam-se estruturados, e distantes da realidade das empresas e do mercado, que perderam a ligação à chamada economia real. Paulo J. S. Barata · 15 de junho de 2010 · 3K
Pelourinho O economês no seu pior No (bom) jornalismo, entre dois sinónimos – um que a maioria dos leitores conhece e outro que a maioria dos leitores não conhece –, opta-se sempre pelo mais conhecido. Entre dois vocábulos similares – um vocábulo em linguagem portuguesa corrente e um vocábulo culto em língua estrangeira –, só por pedantismo se prefere a fineza do étranger. A escrita narcísica, exibicionista de uma putativa erudição, pode reconciliar muitos egos, mas dificulta a compreensão do texto e reduz o número de leitores. (...) Manuel Matos Monteiro · 14 de junho de 2010 · 7K
Pelourinho // Estrangeirismos A vuvuzela dos anglicismos Gosto da vuvuzela, a palavra. Anteoiço a cacafonia. Se tudo ficasse na oficina artesanal do homem que a inventou, junto aos capacetes de mineiro acrescentados com adornos e cores chibantes, sublimando a escondida e subterrânea saga do ouro, que bela empresa seria! A oportunidade de negócio impôs a sua reprodução em plástico e a vuvuzela inundou o mercado. Quem irá, agora, aos quintais dos artífices, nos subúrbios de Joanesburgo, as townships, saber da sua estória e ver como se faz? Luís Carlos Patraquim · 9 de junho de 2010 · 5K