O nosso idioma // O português em Angola «Queres o "olho-de-gato" ou o "quatro-vez-quatro"?» O hábito de dar alcunhas a certos modelos de carros pode ter caído em desuso em certos países lusófonos, mas tal como em Portugal houve o "boca de sapo" e no Brasil o "fusca", em Angola circulam, entre outros, a "galinha rija", o "rabo de pato" e o "olho de gato". É este o tema desta crónica de Edno Pimentel, publicada na sua coluna Professor Ferrão do semanário angolano Nova Gazeta, na qual se fala também da forma correta de referir um carro com tração às quatro rodas. Edno Pimentel · 27 de setembro de 2013 · 5K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público O (des)aperto de Jorge Jesus Numa entrevista à Correio da Manhã TV, e a propósito da celeuma à volta dos incidentes com o treinador do Benfica, Jorge Jesus, no final do jogo com o Vitória de Guimarães para a Liga Portuguesa, o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, tropeçou no verbo desapertar: Paulo J. S. Barata · 27 de setembro de 2013 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Carta do embaixador do Brasil aos deputados portugueses «O Governo brasileiro, ao contrário de interpretações apressadas e portanto equivocadas [veiculadas na imprensa portuguesa], está solidamente comprometido com Acordo Ortográfico, não cogita promover retrocessos e não admite a reabertura de negociações sobre o seu texto» – escreve o embaixador do Brasil em Portugal, Mário Vilalva, em carta enviada aos deputados portugueses, com data de 12 de setembro de 2013. Senhor/a Deputado/a, Mário Vilalva · 25 de setembro de 2013 · 6K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um «meia culpa» que bem reclama um mea culpa… Há uns anos, numa Volta a Portugal em Bicicleta, um jornalista, entrevistando o camisola amarela, depois de uma etapa desportivamente pouco feliz, perguntou-lhe algo do tipo: «Então está disposto a fazer o seu “mea culpa” relativamente ao que hoje correu mal?», obtendo como resposta: «Meia culpa, não, culpa toda, porque sou o principal responsável […]». Paulo J. S. Barata · 20 de setembro de 2013 · 7K
O nosso idioma // O português em Angola «Se comer o dinheiro, vai "disvolver"» O secular "conto do vigário" é o tema desta crónica de Edno Pimentel, publicada na sua coluna Professor Ferrão do semanário angolano Nova Gazeta. Nela aborda o uso dos verbos comer e disvolver para referir, respetivamente, o ato do burlão e aquilo que o burlado exige quando descobre a tramoia. Edno Pimentel · 20 de setembro de 2013 · 2K
O nosso idioma // Expressão Oral Apresente-se sem nódoas linguísticas! Sandra Duarte Tavares, consultora do Ciberdúvidas, reúne uma série de recomendações para escrever uma boa carta de apresentação (texto publicado no Diário de Notícias, suplemento DN Classificados, de 25/08/2013). Escrever com clareza, rigor e correção linguística é, nos dias de hoje, uma autêntica prova de esforço. E no meio empresarial, ou institucional, creio poder ser um fator decisivo na seleção de um candidato a um emprego. Sandra Duarte Tavares · 17 de setembro de 2013 · 10K
Pelourinho // concordância «"Haverão" outros monólogos…» «Haverão outros monólogos, sucessos retumbantes de palco e gira-discos», pode ler-se num texto biográfico alusivo a Raul Solnado, inserido num trabalho denominado "100 Anos, 100 Portugueses", que o semanário Expresso tem vindo a publicar e que pretende destacar as figuras que moldaram o século XX em Portugal (Revista</em... Paulo J. S. Barata · 16 de setembro de 2013 · 12K
Pelourinho // Pontuação Tire(m) lá a vírgula entre o sujeito e o predicado... Tomo de empréstimo esta frase do antigo procurador-geral da República português, Pinto Monteiro, com a qual invetivou os deputados, a propósito de um diploma legal, para titular este caso incompreensível… Paulo J. S. Barata · 13 de setembro de 2013 · 14K
O nosso idioma // O português em Angola Deixa "mbora" em Angola Nesta crónica na sua coluna Professor Ferrão, do jornal angolano Nova Gazeta, Edno Pimentel debruça-se sobre o uso em Angola do termo "mbora", usado para dar ênfase numa frase com o sentido de mesmo ou ao invés de. Não era a primeira vez que ele, o meu amigo da Tuga[1], ouvira falar dela. É mais uma daquelas… coisas que algumas pessoas não querem por perto nem de longe, e sem compreender o seu valor, usam-na distraidamente. Às vezes, quando só se querem divertir, chamam-na e pronto. Edno Pimentel · 13 de setembro de 2013 · 13K
Antologia // Portugal Esta língua e eu Nunca vou conseguir avaliar esta língua apenas pela sua música. Está demasiado dentro de mim para que seja capaz de alcançar esse exercício. Disse a minha primeira palavra em 1975 e, desde então, o meu vocabulário tem aumentado. Ao ponto de, quando não sou capaz de dizer algo nesta língua, ter a sensação, certamente errada, de que se trata de um assunto impossível de descrever. José Luís Peixoto · 12 de setembro de 2013 · 7K