Lusofonias // Política da língua Uma Academia das Academias lusófonas para a língua portuguesa «Espartilhado nas suas componentes e obrigações em dependência CPLP, que mais poderia ser o Instituto Internacional da Língua Portuguesa que um simples secretariado executivo de decisões superiores ou alheias, atropelando os planos e iniciativas dos seus especialistas?» Fernando Cristóvão · 3 de novembro de 2014 · 11K
Pelourinho // Vídeos À volta de (alguns) erros no discurso televisivo em Portugal O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa esteve presente na emissão de 25/10/2014 do programa Voz do Cidadão, que é exibido em todos os canais do serviço público de televisão português em que o provedor do telespectador da RTP, Jaime Fernandes, dá resposta a mensagens do público. A participação ficou a cargo do nosso coordenador executivo, Carlos Rocha, que comentou alguns erros de português cometidos por apresentadores e jornalistas da RTP. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa · 31 de outubro de 2014 · 5K
O nosso idioma // Uso e norma Última hora Crónica do jornalista Wilton Fonseca publicada no jornal i sobre a controversa expressão «à última da hora». «À última hora» ou «à última da hora»? Durante anos revi prosas de jornalistas e sempre afirmei que a primeira locução era correcta e a segunda uma asneira. Há dias, uma conversa sobre o assunto, com o Appio Sottomayor, levou-me a consultar o Dicionário da Academia. E vi que as duas estão lá. Wilton Fonseca · 31 de outubro de 2014 · 12K
O nosso idioma // Português, língua técnica e científica A diferença entre assassínio/assassinato e homicídio Acusado de ter matado a sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, em fevereiro de 2013, o atleta sul-africano Oscar Pistorius foi condenado a uma pena de prisão de cinco anos. A sentença da juíza Thokozile Masipa foi noticiada com terminologia deferente: 1) «Oscar Pistorius (…) condenado (…) pelo assassínio/assassinato da sua namorada…(…)»; 2) «Oscar Pistorius foi declarado culpado do homicídio involuntário da sua namorada…(…)». Miguel Faria de Bastos · 29 de outubro de 2014 · 124K
Controvérsias "Jihadistas" contra jiadistas Jiadistas, e não “jihadistas” – recomendou-se no Ciberdúvidas, por diversas ocasiões e a pretexto da atualidade internacional, dominada nos meios de comunicação social pelas execuções do denominado Exército Islâmico, no Iraque e na Síria. 27 de outubro de 2014 · 5K
Controvérsias Porquê jiadista, e não "jihadista" Versão integral da carta enviada ao semanário Expresso, que a publicou (com cortes de vários extratos) na edição de 25 de outubro de 2014 – em resposta ao que escrevera uma semana antes a colunista Ana Cristina Leonardo, no caderno Atual, sobre o Ciberdúvidas e o que aqui se recomendava quanto à grafia “jihadista"/jiadista. Acrescentou-se, no fim, uma nota a este esclarecimento. José Mário Costa · 26 de outubro de 2014 · 8K
Controvérsias E pur si muove! «Burocratas lexicológicos» são os que advogam o correto aportuguesamento para a palavra jiadista, em vez da forma anglicizada "jihadista" – sustenta a autora, nesta crónica publicada no caderno "Atual" do semanário "Expresso" de 18/10/2014, visando asperamente o Ciberdúvidas. [Cf. O contraponto desta polémica em: Porquê jiadista, e não "jihadista".] Ana Cristina Leonardo · 26 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // Verbos E se existisse o verbo striptear (ou stripitizar)1? A propósito da recusa do primeiro-ministro português em «fazer "striptease" das [suas] contas bancárias», nesta crónica publicada em 16/10/2014 no jornal i, o autor considera ironicamente que a vida política posta assim a nu justifica o aparecimento de uma nova classe de verbos: os «defetivos políticos». Wilton Fonseca · 17 de outubro de 2014 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola Como (não) caber numa carteira Maus tratos do verbo caber numa sala de aula em Luanda, nesta crónica do autor, nesta sua crónica publicada no semanário angolano "Nova Gazeta", de 9 de outubro de 2014. À semelhança do que aconteceu na que me viu crescer, uma chuva de críticas e de reclamações por escrever sobre coisas reais nas aulas do ‘Professor Ferrão’, nas turmas por onde passo, os alunos, às vezes, revêem-se nos temas que abordamos neste espaço. Edno Pimentel · 13 de outubro de 2014 · 6K
O nosso idioma // Estrangeirismos O anómalo "jihadista" Desde a reforma ortográfica de 1911 que deixou de haver palavras com o "h" entre vogais. Por isso, passou a escrever-se aí (em vez de ahi), coerente (em vez de coherente), exortar (em vez de exhortar), inibir (em vez deinhibir), proibir (em vez de prohibir), sair (em vez de sahir) – ... José Mário Costa · 13 de outubro de 2014 · 5K