O nosso idioma // A língua portuguesa vista por estrangeiros A véspera A linguista e professora universitária Margarita Correia rememora a sua infância e a experiência de passar do espanhol como língua primeira ao português, língua de herança e depois idioma em que se encontrou totalmente imersa no regresso a Portugal. Um texto publicado na página de Facebook da autora e aqui disponível por sua amável autorização. Margarita Correia · 16 de outubro de 2015 · 6K
O nosso idioma // Toponímia «Nomes da nossa terra» Burlescos e, muitos, nada decentes... Em Portugal, como noutros países, os nomes de lugar – ou topónimos – apresentam formas e associações vocabulares inesperadas, muitas vezes à mercê de observações jocosas. Ao escritor português Miguel Esteves Cardoso também não escapou a hilaridade que, de forma mais ou menos direta, alguns casos da toponímia portuguesa podem suscitar. Sobre este tema, transcrevem-se algumas passagens do texto intitulado "Nomes da nossa terra", o qual faz parte de uma das obras humorísticas do autor, Os Meus Problemas, publicada em 1988. Texto escrito segundo a norma ortográfica de 1945. Miguel Esteves Cardoso · 12 de outubro de 2015 · 10K
Pelourinho // Estrangeirismos "Nudes" são nus Não vou pronunciar-me quanto à aceitabilidade da prática, o meu comentário é apenas de teor linguístico.Tenho visto um uso crescente da palavra inglesa nude (da forma francesa obsoleta nud, do latim nudus) na imprensa brasileira para referir a foto nua de alguém que se manda na Internet. Luciano Eduardo de Oliveira · 9 de outubro de 2015 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Estudo "no" Enad» É arbitrário o género a atribuir a siglas e acrónimos? Não, não é, como explica Edno Pimentel em mais uma crónica à volta dos usos do português de Angola. Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 8/10/2015, no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 8 de outubro de 2015 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Nada de encontros, só encontrões. Até na Caála «Peixeirada de baixo nível» foi como o jornalista Rui Santos comentou certeiramente a entrevista do presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, no espaço de debate da TVI 24 Prolongamento, depressa resvalada para um feiíssimo confronto pessoal com um dos participantes do painel, “o representante” do clube rival Benfica. José Mário Costa · 7 de outubro de 2015 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola «Não tenho nada "haver" com isso» Escrevemos «não tem nada haver com isso», e, no computador, a expressão fica sublinhada, em sinal de erro. Porquê? É este o ponto de partida para mais uma crónica de Edno Pimentel, na perspetiva dos usos do português angolano. Texto publicado no semanário luandense Nova Gazeta no dia 1/10/2015, no qual se mantém a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 1 de outubro de 2015 · 7K
O nosso idioma // Literatura O tique lusitano dos "inhos" e das "itas" Extrato do romance Homem de leis perdido nos trópicos procura senhora honesta, onde o autor discorre sobre essa «praga nacional multiusos», que serve tanto para enternecer como para amesquinhar. Manteve-se a grafia original, anterior ao Acordo Ortográfico de 1990. José Magalhães · 28 de setembro de 2015 · 4K
Pelourinho E o humor foi também em inglês? «Em Alcântara, dividido entre a LX Factory e o Village Underground, acontece nesta sexta-feira e sábado mais uma edição do Famous Fest. Este ano, com um programa que procura dar-nos mais do que sessões de humor. (...) O Famous Humour Fest perdeu este ano o Humour no nome, mas não o humor na programação. Continua a ser um festival onde o riso é primordial, mas à 5ª edição não se fica apenas pelos espectáculos e sessões de humor para nos dar também concertos ou exposições. Wasted Rita, por exemplo, a portuguesa que Banksy veio buscar para a sua Dismaland, terá toda uma parede do Village Underground para as suas frases cáusticas. Ao lado, na vizinha LX Factory, acontecem sessões como uma conversa entre Ricardo Araújo Pereira e António Tabet, da Porta dos Fundos, ou a transposição para o palco do podcasts de Bruno Nogueira, Filipe Melo e Nuno Markl, Uma Nêspera no Cu. (...)» [in Público de 25/08/2015] José Mário Costa · 28 de setembro de 2015 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «Que me "deiam" um livro» Crónica de Edno Pimentel publicada no semanário luandense Nova Gazeta do dia 17/09/2015, a respeito dos usos do português de Angola, desta feita, centrando-se no verbo irregular dar, cujo presente do conjuntivo apresenta as formas dê, dês, dê, dêmos, deis, dêem, e não "deia", "deias", "deia", como por vezes erradamente se ouve dizer. Manteve-se a ortografia conforme a norma ainda aplicada em Angola, a qual é anterior ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Edno Pimentel · 17 de setembro de 2015 · 38K