Acordo Ortográfico // Controvérsias Adversários do Acordo Ortográfico reclamam referendo Artigo do jornal "Público" [20/04], a propósito de um fórum realizado na Universidade de Lisboa, no dia 14 p.p., que aprovou uma moção a defender que o Acordo Ortográfico de 1990 deve ser referendado em Portugal – onde se enunciam os argumentos dos seus principais preponentes, assim como de quem deles discorda. Luís Miguel Queirós · 20 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Testes e vídeos Da pronunciação ao uso das preposições e das novas regras do hífen O programa do provedor do telespectador da RTP, A Voz do Cidadão, de 18/04/2015, voltou a abordar erros cometidos nas legendas e nos noticiários da televisão pública portuguesa. Contando com a participação do editor executivo do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Carlos Rocha – (...) 20 de abril de 2015 · 4K
Acordo Ortográfico // Notícias Angola quer melhorias no Acordo Ortográfico e garante também o seu vocabulário nacional Nesta notícia, com origem em Luanda, revelam-se as condições de Angola para a adoção do Acordo Ortográfico, assim como sobre a elaboração do seu vocabulário nacional, de que era o único país integrado no IILP sem haver participado, ainda, nos trabalhos com vista ao Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa. A despeito disso, e como também é referido nesta notícia, Angola tem contribuído financeiramente para ambos os empreendimentos. 15 de abril de 2015 · 5K
Controvérsias // Humano vs. humanitarismo «Crise humanitária», expressão válida? Sim, responde o nosso consultor D’Silvas Filho, concordando com a recomendação1 da Fundación del Español Urgente (Fundéu), como fazíamos referência na Abertura de 13/04 p.p. Muito diferente – acrescenta – de «tragédia “humanitária”, que vai mais longe no sentido pretendido: há nesta expressão desumanidade (podendo ser intencional: atrocidade, crueldade, selvajaria, ou incidental com os mesmos efeitos).» D´Silvas Filho · 12 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Gírias Obrigado eu Entre modismos de diversa proveniência e os chamados socioletos, de antes e depois do advento da internet, das redes sociais e dos "smartphones", uma «enxurrada de novas palavras» nos usos do português coloquial no Brasil – nesta crónica do autor publicada na versão digital da revista Carta Capital de 9 de abril de 2015. Alberto Villas · 11 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Vais lember os dedos...» «‘Lember’, seja o que for – como se escreve nesta crónica do autor, publicada originariamente no semanário angolano Nova Gazeta, no dia 9 de abril de 2015 –, não é um comportamento invejável.» Nem, tão-pouco, recomendável... linguisticamente falando. Edno Pimentel · 9 de abril de 2015 · 6K
O nosso idioma // Tabuísmos O palavrão na selva digital Crónica da autoria da jornalista Clara Ferreira Alves, publicada no semanário português Expresso em 3/4/2015, sobre o uso do calão e dos seus eufemismos dentro e fora da «selva digital», sob o título "Com reticências". Clara Ferreira Alves · 6 de abril de 2015 · 8K
O nosso idioma // Evolução semântica O termo autista como insulto Porquê, e desde quando, uma patologia ou uma mera afetação de índole neurocomportamental como é o caso do autismo, passa a ter uma conotação – depreciativa e, não, raro ofensiva, mesmo – muito para além do sentido estrito da palavra em si? E quem mais recorre a este tipo de léxico? O Dia Mundial de Consciencialização do Autismo justificou este trabalho de duas jornalistas da agência Lusa, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Susana Venceslau, Gabriela Chagas · 5 de abril de 2015 · 7K
Ensino Latim a remar contra a maré Primeiro, deixou de ser disciplina obrigatória para o acesso aos cursos de Letras ou de Direito nas universidades portuguesas. Depois – integrando já as chamadas disciplinas de opção no ensino secundário –, foi a «... Catarina Espírito Santo · 1 de abril de 2015 · 6K
Ensino // Ensino das línguas clássicas Portugal e o latim «Países como Inglaterra, Alemanha e Espanha colocam, actualmente, nos seus curricula o ensino do Latim, por perceberem a sua relevância na aprendizagem de matérias tão diversas que vão desde a matemática à biologia, à filosofia, à literatura e à aprendizagem das línguas, entre elas o inglês e o alemão. Em Portugal segue-se o caminho oposto.» [in jornal Público de 11/04/2014] Susana Marta Pereira · 1 de abril de 2015 · 7K