Textos publicados pela autora
«Bem-vinda, Angola»
Ainda sobre o alojamento dos futebolistas angolanos em Celle, a 35 quilómetros de Hanôver, uma fotografia reproduzida no jornal “A Bola”2 mostrava o hotel, com a seguinte tarja: «Bem vindo Angola.» Angola seria ainda mais bem-vinda, se não tivessem esquecido o hífen, a vírgula indispensável e o género correspondente: «Bem-vinda, Angola.» 2 de 9 de Junho p.p....
A obrigatória vírgula no vocativo
«Vamos nessa camaradas», sem vírgula a separar «nessa» de «camaradas», lia-se no jornal “24 Horas” do dia 8 de Junho p.p. Lia-se mal – como assinala neste texto* a professora Maria Regina Rocha.
*in jornal português 24horas, do dia 9 de Junho de 2006, na coluna "Ai, esta Língua... traiçoeira"....
«A intervenção dos bombeiros não impediu»
O erro é de propriedade: «O alerta foi dado a meio da manhã de hoje, mas nem a rápida intervenção dos bombeiros foi suficiente para deixar quase 200 trabalhadores no desemprego.»1 O verbo adequado seria, obviamente impedir: «O alerta foi dado a meio da manhã de hoje, mas nem a rápida intervenção dos bombeiros foi suficiente para impedir que quase 200 trabalhadores ficassem no desemprego.»...
Infinitivo não flexionado
«A situação agravou-se quando as forças australianas impediram um grupo de militares da GNR de entregarem três prisioneiros timorenses (…)», ouviu-se ao apresentador do “Telejornal” da RTP-1, José Rodrigues dos Santos, a propósito da situação em Timor-Leste, um destes dias. Estando no singular o sujeito «entregar» ......
