Luís Miguel Queirós - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Luís Miguel Queirós
Luís Miguel Queirós
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Luís Miguel Queirós nasceu no Porto, em 1962. Iniciou-se nas lides jornalísticas, no desaparecido O Comércio do Porto estando agora no Público. A sua atenção principal esteve sempre focada na literatura e, em particular, na poesia.

 
Textos publicados pelo autor
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«Nas línguas para as quais mais se traduz, o português está em oitavo, e é a 18.ª língua mais traduzida para outros idiomas. Dados da UNESCO relativos ao período que vai de 1979 a 2015 permitiram ainda aos autores do Novo Atlas da Língua Portuguesa, incluir informação mais detalhada, como a lista das línguas e países para os quais o português é mais traduzidos, e ainda os autores lusófonos mais traduzidos no mundo. (...)»

[Luís Miguel Queirós, Público, 15/11/2016]

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«Se as projecções demográficas das Nações Unidas vierem a confirmar-se, o número de falantes de português no mundo não só aumentará substancialmente – serão 387 milhões em 2050 e 487 milhões no final do século –, como a geografia da língua se alterará de forma radical com o brutal crescimento demográfico previsto para Angola e Moçambique, que no seu conjunto somarão 266 milhões de habitantes em 2100, muito acima dos 200 milhões estimados para o Brasil. (...)»

[Luís Miguel Queirós, "Público", 14/11/2016]

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O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, no decurso da sua visita oficial a Moçambique, admitiu que, se este país e Angola «não ratificarem o Acordo Ortográfico, isso será uma oportunidade para repensar a matéria». Transcreve-se na íntegra o trabalho que o jornalista Luís Miguel Queirós publicou no jornal Público do dia 5 de maio de 2016 e no qual se sintetiza assim esta discussão relançada: «Ninguém antevê ainda o passo seguinte, e os adversários do AO dividem-se entre os que querem rasgá-lo e os que acham que é possível melhorá-lo.»

[Ver também: Acordo Ortográfico sob polémica presidencial]

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Artigo do jornal "Público" [20/04], a propósito de um fórum realizado na Universidade de Lisboa, no dia 14 p.p., que aprovou uma moção a defender que o Acordo Ortográfico de 1990 deve ser referendado em Portugal – onde se enunciam os argumentos dos seus principais preponentes, assim como de quem deles discorda.

 

 

O Acordo Ortográfico prevê alterações em cerca de 1,6 por cento das palavras que constituem o léxico da chamada variante luso-africana do português (que engloba Timor e Macau), ao passo que, na variante brasileira, apenas 0,5 por cento das palavras irão passar a ser escritas doutra maneira. O documento consagra ainda uma dupla grafia para algumas palavras que continuarão a escrever-se diversamente em Portugal e no Brasil. Seguem-se algumas das propostas de alteração mais relevantes para o por...