José Manuel Barata-Feyo - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
José Manuel Barata-Feyo
José Manuel Barata-Feyo
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Jornalista português. Desde 2020, provedor do leitor do jornal Público.

 
Textos publicados pelo autor
As secretas
Os anglicismos «serviços de inteligência» e CEO

«Muitos jornalistas portugueses – sobretudo nas televisões – parecem estar em conflito aberto com a nossa língua, enquanto namoriscam com o inglês.» Considerações do jornalista José Manuel Barata-Feyo, Provedor do Leitor do Público, que, na edição deste jornal de 2 de março de 2022, comenta as críticas dos leitores ao uso excessivo dos anglicismos, designadamente, o de duas expressões muito presentes na escrita mediática: «serviços de inteligência» e CEO.

 

 

 

 

 

Em inglês é mais snobe
Um fenómeno de preguiça mental

«Grande parte das palavras inglesas usadas na língua portuguesa não corresponde a uma necessidade da língua ou do pensamento, mas apenas a um snobismo – quando não a um fenómeno de preguiça mental», refere José Manuel Barata-Feyo, num artigo de opinião partilhado no jornal Público no dia 23 de outubro de 2021.

Um naufrágio de tradução
Trapalhada estampada no jornal Público

Uma tradução que bem podia ter sido vertida para português «por um tradutor automático, desses baratuchos» – aponta o provedor do leitor do "Público", José Manuel Barata-Feyo, a propósito da noticia estampada nas páginas do jonal do dia 1 de maio de 2021, intitulada "Marinha indonésia encontra destroços de submarino desaparecido em Bali com 53 tripulantes a bordo". Extrato da sua crónica "Viva as pandermias", a seguir transcriata com a devida vénia.

Interesse público e vida privada
Questões éticas e de português

Uma notícia do jornal Público, segundo a qual o primeiro-ministro [português) «teria sido apanhado», em escutas, a discutir o «caso do hidrogénio», foi motivo para o seu provedor do leitor receber várias mensagens de descontentamento com o uso do verbo apanhar.

Passagem de um artigo de 30 de janeiro de 2021, que o jornalista José Manuel Barata-Feyo escreveu para a rubrica que mantém no Público, como provedor deste jornal. Manteve-se a ortografia do original, anterior à do Acordo Ortográfico de 1990

 

Verbos banidos por <i>revelar</i>
Modismos do discurso jornalístico

«(...) [H]á uma série de verbos que foram banidos dos noticiários das rádios. Já ninguém diz, afirma, indica, aponta, reforça, anuncia ou esclarece. (..) Agora toda a gente “revela”, a propósito de tudo e do seu contrário.»

Excerto do artigo intitulado "O jornalista de bengala" da autoria de José Manuel Barata-Feyo, provedor do leitor do jornal Público, e que este mesmo jornal incluiu na sua edição de 9 de Janeiro de 2021. Mantém-se a ortografia do original transcrito.