Eduardo Affonso - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Eduardo Affonso
Eduardo Affonso
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Arquiteto, escritor e colunista do jornal O Globo.

 
Textos publicados pelo autor
Os falantes são os donos da língua
Contra o género neutro nas escolas do Brasil

«A língua não muda de fora para dentro ou de cima para baixo: ela muda porque nós, os falantes, mudamos. Nada impedirá a língua de fluir (não há barragem capaz de contê-la); nada a desviará arbitrariamente de seu curso», escreve* o arquiteto e escritor brasileiro Eduardo Affonso, a propósito da querela sobre a adoção da linguagem neutra de algumas escolas do país.

Artigo, transcrito, com a devida vénia, do jornal  O Globo do dia 29 de abril de 2023.

Todes juntes, vamos!
Sobre a linguagem inclusiva

«A linguagem inclusiva tem tudo para vir a ser exclusividade de um grupo restrito. É preciso muita determinação para incorporar ao idioma o gênero neutro – que existia no latim, com outra finalidade, e de que o português guarda resquícios  e levá-lo às últimas consequências» – reflete Eduardo Affonso, nesta crónica acerca da linguagem inclusiva, publicada em O Globo e no seu mural do Facebook no dia 21 de janeiro de 2023.

Conto & Crônica
Fronteiras e delimitações... possíveis

Apontamento humorado do arquiteto, escritor e cronista brasileiro Eduardo Affonso na sua página do Facebook, com a data do dia 9 de abril de 2022. Transcrito a seguir, com a devida vénia, conforme o original.

Irmãos, coragem!
Acerca de falsas etimologias

«Etimologia, longe de ser o estudo (logos) do que é verdadeiro (etymon), poderia ser decomposta em ETI (de Etti, marca de ervilha em lata) + MO (que mói) + LO (bolo de massa fofa) + GIA (rãzinha semianalfabeta, que troca o J pelo G), significando... bem, significando que o estudo da origem das palavras não é bem assim.»

Apontamento do escritor brasileiro Eduardo Affonso, que o publicou em 9 de janeiro no mural  Língua e Tradição no Facebook, a respeito da origem de várias palavras e do cuidado a ter com as  interpretações etimológicas fantasiosas que também se leem e ouvem na Internet, por exemplo, entre influenciadores digitais menos bem informados.