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Univ. Nova de Lisboa restringe uso do inglês

Português tem prioridade nos usos oficiais das unidades orgânicas

Em despacho datado de 30/01/2026, o reitor da Universidade Nova de Lisboa (UNL), Paulo Pereira,   determinou que se limite o uso do inglês nas denominações de unidades orgânicas da UNL.

Considerando, entre outros aspetos, que em Portugal, o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior impõe a identificação inequívoca de tais entidades em língua portuguesa, o despacho obriga a que a redação de documentos, plataformas digitais, suportes físicos, atos e procedimentos administrativos da UNL seja feita em português.

No referido documento, sublinha-se ainda que, embora se aceitem formas bilingues com versão inglesa, não se permite a supressão do nome português, exceto quando se trata de elementos gráficos e logótipos.

Em publicação no Facebook (09/02/2026), o professor catedrático de Direito Jorge Bacelar Gouveia louvou «o acerto e a coragem do Reitor da Universidade Nova de Lisboa, Doutor Paulo Pereira» bem como o restabelecimento da «legalidade linguística (há muito violada todos os dias) nas designações», mencionando o exemplo, quanto a ele criticável, de Nova School of Law (texto completo aqui).

Outros registos desta medida do reitor da UNL:

– "Faculdades da Universidade Nova obrigadas a ter nome em português", Jornal Económico, 09/02/2026;

– "A 'anglofolia pacóvia' vai acabar na Universidade Nova de Lisboa", Página Um, 09/02/2026

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