Pelourinho // Revisão de texto A propósito de um anúncio da Off&cina – Shoes & Coats Um anúncio da empresa Off&cina – Shoes & Coats, publicado no primeiro caderno do Expresso, de 20 de Novembro de 2010, chamou-me a atenção pela quantidade de situações susceptíveis de reparo e/ou reflexão em tão pouco texto. Dizia apenas: Off&cina – Shoes & CoatsPROCURAMOS MASTER-FRANCHISING PARA OS MERCADOS DE: ESPANHA-POLÓNIA-REPUBLICA CHECA-SUÉCIA-NORUEGA E CHINARESPOSTA AO EMAIL: V.RDESIGN@HOTMAIL:COM E no pouco que diz, várias questões merecem análise: Paulo J. S. Barata · 1 de dezembro de 2010 · 5K
Pelourinho Pérolas do português mais básico «Carros incendiados, correria, tanques pelas ruas, polícias e criminosos de metralhadora em punho. O Rio de Janeiro passou a semana como cenário de um filme de ação, em clima de guerra civil, sob o ataque de fações criminosas. […] Uma adolescente de 14 anos, que estava em casa em frente do computador, morreu com um tiro no peito, atingida por uma bala perdida. Quando se imaginava que a violência iria recrudescer, aumentou.» José Mário Costa · 29 de novembro de 2010 · 5K
Lusofonias Um atentado clandestino contra a língua portuguesa O Governo português aprovou, «de modo sorrateiro», a adesão do chamado “Acordo de Londres”, que substitui «quase integralmente o português pelo inglês na validação em Portugal do registo europeu de patentes» — insurge-se José Ribeiro e Castro, eurodeputado do CDS e presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, em artigo de opinião inserto no matutino Público de 25 de Novembro de 2010, que aqui se reproduz, com a devida vénia. José Ribeiro e Castro · 25 de novembro de 2010 · 4K
Antologia «O nobre idioma, o alti-sonante português» A língua está a pique de perder-se, degenerando em garabulha por arte de franchinotes. Já não é sòmente o vocábulo de boa casta que é renegado pelo barbarismo, é a própria plástica, a mesma sintaxe, de construção robusta, que se vai deformando com o arrocho do justilho, efeminando-se com embelecos e postiços. Coelho Neto · 24 de novembro de 2010 · 5K
Pelourinho // Sintaxe «Alguém cortou-o e atou-lhe as tripas?»! Esta frase dá a cara a um texto publicitário que passa no canal televisivo AXN, em Portugal, a anunciar, presumo eu, um qualquer filme de terror. Não é preciso ser a Miss Marple para comprovar o duplo assassínio: o da personagem vítima do acto sanguinário, claro, mas também o da sintaxe estropiada… Maria João Matos · 22 de novembro de 2010 · 4K
Antologia // Brasil Expansão da Língua Portuguesa Sejam quais forem as reacções necessárias e fatais entre a grandeza de um povo e a difusibilidade da sua língua, o certo é que poucos povos teem tido uma história tão grande como o povo português, e que também poucas línguas teem hoje uma geografia tão dilatada como a portuguesa língua. Raimundo Correia · 17 de novembro de 2010 · 7K
Lusofonias O desafio e a causa da lusofonia Discurso do presidente do Conselho de Administração do Observatório da Língua Português, por ocasião da apresentação pública do seu novo espaço na Internet, no dia 16 de Novembro de 2010, em Lisboa Quero, em nome pessoal e do Conselho de Administração do Observatório da Língua Portuguesa, agradecer a presença de todos nesta sessão de apresentação pública do sítio do OLP na Internet e de assinatura de protocolos de cooperação com a PT – Comunicações, a Priberam, a Promithean e o Ciberdúvidas. Eugénio Anacoreta Correia · 17 de novembro de 2010 · 5K
O nosso idioma // Unidade e diversidade da língua Palavras proibidas «Nunca me tinha apercebido de que a forma de falar de Coimbra era, em Lisboa, quase um sotaque», declara o professor universitário português Luís Campos e Cunha num texto à volta de como origens, percursos de vida e níveis etários deixam marcas lexicais e fonéticas no discurso dos falantes, criando muitas vezes barreiras sociais. Luís Campos e Cunha · 16 de novembro de 2010 · 12K
Pelourinho // Atestação/significado de palavras Um mosaico de tésseras dinâmicas e interactivas… Eis que, no mesmo dia da publicação do texto "Português formatado, no estilo e no erro!", no qual lamentava o estilo único dos textos jornalísticos, Vasco Graça Moura (VGM), num artigo de opinião, no Diário de Notícias, contradita na prática aquilo que ali afirmei.... Paulo J. S. Barata · 16 de novembro de 2010 · 5K
O nosso idioma Nada de novo Segundo a chamada hipótese Sapir-Whorf, a língua condiciona a maneira como vemos o mundo. Miguel Esteves Cardoso inverte um pouco as bases desta hipótese, para interpretar a ambivalência da palavra conforme como faceta da arte paradoxal de ser português. Conforme significa «idêntico, com a mesma forma». Quando a cópia de um documento é igual a ele, diz-se que «está conforme». Miguel Esteves Cardoso · 9 de novembro de 2010 · 2K