O nosso idioma // O português em Angola «Foi mera "conscidência", professor!» A dupla coincidência de duas alunas apanhadas com as provas copiadas uma da outra e na confusão com a palavra "consciência" – em mais uma crónica do autor, à volta dos usos do português em Angola. In semanário "Nova Gazeta", de 27/06/2014. Não é possível que duas pessoas escrevam, num texto de tema livre, exactamente da mesma maneira, com as mesmas vírgulas, acentos e, como se não fosse suficiente, com os mesmos erros ortográficos. Edno Pimentel · 27 de junho de 2014 · 5K
O nosso idioma // O português nos 8 países da CPLP Oito séculos, oito palavras, oito países A riqueza e diversidade da língua portuguesa – idioma oficial dos oito países da CPLP – passam, também, por um sem-número de palavras de significado e utilização especificamente nacionais. Recordemos oito delas – a título de exemplo, na data que assinala, simbolicamente, os oitocentos anos do primeiro documento oficial escrito em português. (...) 27 de junho de 2014 · 6K
Pelourinho "Mais" favorita Depois de uma anterior crónica sobre este mesmo tema, Wiilton Fonseca retoma o mau uso no audiovisual português de um adjetivo que, pelo seu próprio significado, não admite... nem "mais", nem "menos". Crónica publicada no jornal "i" de 26 de junho de 2014. Se contados, os pontapés na gramática dos enviados especiais [portugueses] ao Brasil para cobrir a Copa superariam em número os que os jogadores portugueses desferiram em campo. Wilton Fonseca · 26 de junho de 2014 · 6K
Pelourinho Alguém imagina o Presidente da Alemanha, em Bona, discursando em português? «O chefe de Estado alemão, Joachim Gauck, terminou esta quarta-feira [26/06/2014] a sua visita oficial a Portugal com uma deslocação à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). Foi o primeiro Presidente de outro país a visitar esta instituição. "Uma enorme honra", para uma "instituição antiga que quer ser sempre jovem", salientou o provedor, Pedro Santana Lopes, no seu discurso de boas-vindas, uma parte do qual feito, por cortesia, em alemão.» José Mário Costa · 26 de junho de 2014 · 4K
Lusofonias // Política da língua Que faremos com esta língua? «Desde há décadas e para além daquela retórica estafada, [em Portugal] pouco ou nada tem resultado do discurso político em torno da língua portuguesa. [Por isso] celebre-se (...) o Dia Internacional da Língua Portuguesa, mas não apenas para tranquilidade da culposa consciência daqueles que pouco ou nada fazem por uma política de língua responsável.» Artigo dado à estampa na edição do jornal "Público" de 25 de junho de 2014. Carlos Reis · 25 de junho de 2014 · 6K
O nosso idioma // Léxico «Assestar baterias» (e não «“cerrar” baterias») «[…] o PSD cerrou baterias e não tem poupado o Tribunal Constitucional desde o último acórdão». Governo Sombra, TSF, 14 de junho de 2014, 10h53 Paulo J. S. Barata · 25 de junho de 2014 · 4K
O nosso idioma Há vida para além do soundbite? «A história dos discursos presidenciais em Portugal é em boa parte a história da forma como cada Presidente eleito tentou definir o seu papel perante os governos. Talvez por isso lembramos sobretudo as palavras que representaram momentos de rotura. Será o destinatário destes discursos a história ou o presente?» Trabalho publicado no caderno P2 do jornal "Púbico", de 25/04/2009, que aqui se transcreve na íntegra in memoriam do autor. Miguel Gaspar · 23 de junho de 2014 · 7K
O nosso idioma A crise do fulanismo Como (não) são reconhecidos pelos portugueses os dirigentes políticos? Um pais tutelado e a empobrecer tende a não reconhecer os seus líderes como líderes, mas apenas como «fulanos». Crónica do jornallsta Miguel Gaspar (1960-2014) à volta de muitos e variados ismos na política portuguesa. *in jornal Público de 15 de dezembro de 2011. Miguel Gaspar · 23 de junho de 2014 · 5K
Lusofonias // Comemorações Língua portuguesa: porquê 27 de Junho? Texto publicado no jornal Público em 20/06/2014, no qual o deputado português José Ribeiro e Castro, promotor do Manifesto 2014, expõe os critérios que levaram a identificar o testamento de D.Afonso II, datado de 27 de junho de 1214, como o documento que melhor assinala o aparecimento da língua portuguesa enquanto idioma independente, dotado de regras e convenções específicas. Mantém-se a ortografia original tanto no corpo do texto como no título. José Ribeiro e Castro · 23 de junho de 2014 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um estranho "resígnio" «Foi assim no país e no mundo que acolhe mais de 128 mil portugueses. Do resígnio à revolta.» Bom dia Portugal, RTP1, 18 de junho de 2014, 9h37 Paulo J. S. Barata · 20 de junho de 2014 · 4K