Diversidades // Léxico Palavras revelam emoções... intraduzíveis em português (e em inglês) Será cada língua uma maneira de ver o mundo, como defende a chamada hipótese Sapir-Whorf? Será que cada língua tem uma série de vocábulos que não encontram tradução noutras? Um trabalho da BBC Brasil, publicado no jornal Globo do dia 3/04/2017 – com o título original "Conheça as palavras 'intraduzíveis' que revelam emoções que você possivelmente nem sabe que sente" – ,apresenta uma série de palavras pertencentes a diferentes línguas que, denotando certas emoções, desafiam a possibilidade de encontrarem tradução e equivalentes em português ou em inglês. BBC Brasil · 7 de abril de 2017 · 5K
Acordo Ortográfico // Controvérsias (anti) Palavras inventadas pelo Acordo Ortográfico de 1990 Texto publicado no jornal Público em 5/4/2017 da autoria do jurista Ivo Miguel Barroso, segundo o qual o Acordo Ortográfico de 1990 inventa palavras – referindo-se às que que antes da atual reforma se escreviam com c e p não proferido (ou mudo, isto é, sem a correspondente realização fonética), conforme a enumeração que delas já fazia o Acordo Ortográfico de 1945, na Base VI. [Cf. N.E. no fim da transcrição do attigo.] Ivo Miguel Barroso · 6 de abril de 2017 · 5K
O nosso idioma // Estilo e registos linguísticos Do adjetivo * Sobre o adjetivo, essa «palavra sem a qual o substantivo seria impreciso, vago, indefinido, amorfo» – com se lhe referia o filólogo e gramático brasileiro Carlos Góes, em artigo publicado na Revista de Língua Portuguesa (Rio de Janeiro, 1921) com o título Do Adjectivo, a seguir transcrito do terceiro volume da antologia Paladinos da Linguagem (edição Aillaud e Bertrand, Lisboa, 1921), organizada por Agostinho de Campos. Manteve-se a grafia e respetiva norma originais. Carlos Góes · 28 de março de 2017 · 72K
O nosso idioma // Léxico A nobiliarquia do vocabulário «De tráfico ou tráfego» – exemplifica o autor neste artigo* sobre uma série de palavras e expressões que, «com o correr dos tempos (...) têm resvalado para as baixezas do insulto» – «se originou traficante». Mas há também o seu inverso: «Ascendem das bôcas populares para as classes elevadas, e aí se afidalgam.» * in Revista de Língua Portuguesa, n.º 12 Rio de Janeiro, 1912, pág. 69 e ss.), transcrito do terceiro volume da antologia Paladinos da Linguagem (edição Aillaud e Bertrand, Lisboa, 1921), organizada por Agostinho de Campos. Manteve-se a grafia e respetiva norma originais. Henrique Lopes de Mendonça · 27 de março de 2017 · 3K
O nosso idioma // Onomatopeias Vozes onomatopaicas Do barulho das máquinas ao canto dos animais Azoinar, bramar, catrapuz, estalo, fungar, ganir, latir, roer, sorver, zurzir. Ardor, brenha, crosta, trago, sarro, xarroco. Frio, mar, rotação, trôpego, vibrar. Mas também nomes como Abarroco, Buzarcante ou Dramuziande. Algumas das palavras que, na língua portuguesa – e são tantas mais –, reproduzem os sons da natureza, o barulho de máquinas, meros ruídos, gritos de pessoas, o timbre da voz humana, cantos de animais, neste extrato do artigo do autor, "O Português vem da língua latina, e não da céltica", transcrito do terceiro volume da antologia Paladinos da Linguagem (edição Aillaud e Bertrand, Lisboa, 1921), organizada por Agostinho de Campos. Manteve-se a grafia e respetiva norma originais. Francisco Evaristo Leoni · 26 de março de 2017 · 19K
O nosso idioma // Bordões linguísticos Então mas o que é isto? «Certas modas linguísticas – escreve o humorista português na sua crónica Boca do Inferno, na revista Visão de 23/03/2017 – ficam circunscritas a determinados meios (por exemplo, a expressão "quando assim é" quase não é usada fora do âmbito das entrevistas rápidas que ocorrem após um jogo de futebol), outras estão limitadas a uma faixa etária (é raro ouvirmos um maior de quarenta anos dizer que determinada coisa é "top"), mas há algumas que ultrapassam as barreiras da idade e da origem social, e infectam uma sociedade inteira. [E há, agora,] a multiplicação de "entões". (...)» Ricardo Araújo Pereira · 24 de março de 2017 · 10K
O nosso idioma // História das reformas ortográficas O caos gráfico Até 1911, ano da entrada em vigor da sua primeira reforma ortográfica, a língua portuguesa – como recorda o autor, na Introdução do terceiro volume da antologia Paladinos da Linguagem (ed. Livrarias Aillaud e Bertrand, 1923) – era «o único dos grandes idiomas cultos europeus que não tinha ainda o seu cânone ortográfico seguro, coerente e fixo». Reinando até aí «o puro arbítrio de cada escritor ou escrevente», a verdade é que, onze anos passados da sua adoção como lei do país, seguida em todas as publicações oficiais e escolares, ainda se faziam ouvir, alto e em bom som, os ecos dos que se opunham às novas regras da escrita do português, elaboradas pelos filólogos portugueses Adolfo Coelho, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, Cândido de Figueiredo, Gonçalves Guimarães, Gonçalves Viana, J.J. Nunes, José Leite de Vasconcelos e Júlio Moreira. Com as suas particularidades, como se explana – e contesta – no que a seguir se transcreve na íntegra. Agostinho de Campos · 22 de março de 2017 · 9K
Antologia Ditosa língua nossa Poema, inserto na obra do autor, O Lima (Carta IV – a D. João de Castelo Branco), a seguir transcrita da antologia Paladinos da Linguagem, organizada por Agostinho de Campos. Diogo Bernardes · 17 de março de 2017 · 4K
Antologia Língua lembrada como a latina Estrofe 33 do Canto I de Os Lusíadas, conforme transcrição da antologia Paladinos da Linguagem. Luís de Camões · 17 de março de 2017 · 5K