Mário de Carvalho - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Mário de Carvalho
Mário de Carvalho
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Mário de Carvalho (Lisboa, 1944), licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, é um advogado e escritor português. Exerceu estas atividades após de regressar a Portugal, uma vez que havia sido obrigado a abandonar o país por se envolver na resistência clandestina antifascista do regime salazarista. Na literatura destacou-se por escrever mais que um género literário. Escreveu romances A Arte de Morrer Longe (2010), peças de teatro Água em Pena de Pato (1991), contos Contos da Sétima Arte (1981) e novelas O Varandim (2012).

 
Textos publicados pelo autor

O escritor português Mário de Carvalho declara opor-se ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, mas lembra que «há, de um e do outro lado, pessoas que merecem respeito e cujo apreço pela Língua portuguesa não pode ser posto em causa», num artigo publicado em 25/02/2014 no semanário Sol.

 

Imagem de destaque do artigo

«O verbo checar, num sítio em que pretensamente se divulga o idioma, não é um erro, não é um lapso, não é uma distracção, não é uma comodidade, nem sequer é um expediente comercial dum mercador chinês aflito: é uma fraude», escreve o escritor português Mário de Carvalho, no texto que fica em linha por deferência do autor. Escrito originariamente para um encontro organizado pelo ILTEC em 2008, publicado posteriormente pelo quinzenário Jornal de Letras n.º 1023, de 21 de Abril de 2010.

O grande problema não é saber-se poucas coisas. Nem tampouco saber-se mal as coisas. É antes saber-se um excesso de coisas erradas. Esta última asserção não é a minha, mas não me recordo do nome do autor. Vai com as minhas desculpas se for vivo ou com as minhas homenagens se já se encontrar em estado de as desculpas não lhe servirem de nada.