Biografia dos autores dos textos do Ciberdúvidas
Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, começou a sua carreira no Jornal de Letras e escreve na revista Visão. Cronista e humorista, foi coator do programa televisivo Gato Fedorento. É, desde 2012, um dos elementos do programa Governo Sombra, na TVI24, e estreou em 2014 o programa diário na TVI, Melhor que Falecer. Na Rádio Comercial tem uma rubrica, Mixórdia de Temáticas. Publicou quatro livros de crónicas: Boca do Inferno (2007), Novas Crónicas da Boca do Inferno (2009 – pelo qual recebeu o Grande Prémio da Crónica, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores e pela Câmara Municipal de Sintra) A Chama Imensa (2010) e Mixórdia de Temática (2012), para além de Se não entenderes eu conto de novo, pá (Brasil, 2012) e A Doença, o Sofrimento e a Morte entram num bar (2016).
Tem 53 anos e é engenheiro electrotécnico de formação. Actualmente, trabalha num centro de investigação em energia. Tem interesse pela vida das palavras: como surgem e como vêem evoluir o seu significado.
Nasceu em Niterói, em 1953. Professor aposentado da Universidade Federal Fluminense, mantém atividade no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem. Membro da Academia Brasileira de Filologia, tem também experiência como conselheiro no Real Gabinete Português de Leitura, onde detém o título de Grande Benemérito. É, ainda, conselheiro do Liceu Literário Português. Em 27/04/2023, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 8, que antes pertenceu à investigadora Cleonice Berardinelli.
Ricardo Garcia é jornalista especializado em ambiente e ciência, e trabalha no jornal Público, em Portugal.
Licenciado em ciências da comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa. Trabalha no Expresso desde 2008 e é autor de quatro livros de reportagem: Moçambique , o regresso dos soldados, Assim matam os portugueses, Os fantasmas do rovuma e 1914, Portugal no ano da grande guerra.
Ricardo Nabais, formado pela Universidade Nova de Lisboa, é um jornalista Português. Enquanto jornalista passou pela redação de o Expresso, Jornal de Letras, City Magazine e trabalha, atualmente, no semanário Sol.
Ricardo Pais (Maceira, 1945) é um encenador português. Foi em Coimbra que iniciou a sua formação académica, em Direito, tendo posteriormente enveredado pelo mundo do teatro. Trabalhou na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa, como professor, foi funcionário da Secretaria de Estado da Cultura e dirigiu o Teatro Nacional D. Maria II. Na sua atividade de encenador destacam-se as peças Ninguém - Frei Luís de Sousa, A Mandrágora de Machiavelli, Clamor de Luísa Costa Gomes.
Nascido em 1956, em Washington DC, nos Estados Unidos. Escritor, tradutor, investigador, e destacados especialista da vida e obra de Fernando Pessoa. Radicado em Portugal desde os anos 80, esteve ligado ao Grupo de Estudos do Modernismo Português a partir de 1997. Organizou o Livro do Desassossego e muitas outras obras de Pessoa (algumas em parceria com Fernando Cabral Martins) publicadas pela Assírio & Alvim, publicou uma fotobiografia de Pessoa (em parceria com Joaquim Vieira) e foi cocomissário da exposição Fernando Pessoa: Plural Como o Universo (São Paulo, 2010; Rio de Janeiro, 2011; Lisboa, 2012). Traduziu várias obras de Pessoa para inglês, bem como as cantigas galego-portuguesas, os poemas de Camões, os de Carlos Drummond de Andrade, entre outros.
