Resposta da professora Lúcia Vaz Pedro ao artigo do escritor António José Pascoal, "Acordo Ortográfico? Revogar, claro!".
Professora de Português e Francês no ensino secundário, na Escola Secundária Inês de Castro (Vila Nova de Gaia). Licenciada em 1992 pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem mais de trinta livros (escolares, romances e infantis) publicados, entre os quais se contam Português atual, Manual do Bom Português Atual, Língua Portuguesa e Matemática, bem como edições escolares do Auto da Barca do Inferno e de Os Lusíadas. Formadora na área de Língua Portuguesa, em centros de formação para professores, em colégios privados, na Universidade Católica, na Sonae, no Jornal de Notícias, no Porto Canal; a convite do Instituto Politécnico de Macau, em 2014, deu também formação a professores universitários chineses. Desde 2012, mantém uma crónica semanal no Jornal de Notícias, intitulada "Português Atual". Foi responsável por uma rubrica diária sobre língua portuguesa no Porto Canal. Elaborou um contributo para o grupo de trabalho parlamentar para avaliação do impacto da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Em 2018, foi-lhe atribuída a medalha de mérito cultural pela Câmara Municipal de Gaia.
Resposta da professora Lúcia Vaz Pedro ao artigo do escritor António José Pascoal, "Acordo Ortográfico? Revogar, claro!".
Neste livro, a professora Lúcia Vaz Pedro esclarece algumas questões relacionadas com o Acordo Ortográfico de 1990, em vigor no Brasil, em Cabo Verde e em Portugal, nomeadamente as que mais dúvidas têm causado a quem o aplica. Ao longo de cinco capítulos que constituem este Manual do Bom Português Atual, editado pela Calendário de Letras, em 2016, pontuam-se os esclarecimentos sobre a três novas letras acrescentadas ao alfabeto português, sobre o uso das maiúsculas e das minúsculas iniciais, da supressão das consoantes não articuladas, da acentuação e das novas regras quanto à hifenização (grande parte delas inexistentes de todo na norma de 1945). Outros assuntos tratados vão além das (novas) questões ortográficas – como é o caso das competências gráfica, morfossintática e discursivo-textual do português, assim como à volta da pontuação e outras questões problemáticas da língua (palavras homófonas e parónimas,...
O retomar em Portugal da polémica à volta do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 – cf. Parlamento [português] prevê (des)Acordo Ortográfico + Acordo Ortográfico "é estúpido e não deixa pensar" – é pretexto deste artigo da professora Lúcia Vaz Pedro, publicado em versão reduzida no “Jornal de Notícias” de 21 de maio de 2019.
Como tornar apelativa a disciplina de língua materna para jovens de 12 ou 13 anos a frequentarem o 7.º ano de escolaridade, em Portugal? A professora Lúcia Vaz Pedro, consultora do Ciberdúvidas, dá conta de uma experiência pedagógica centrada no texto poético, que também envolveu a presença de encarregados de educação na sala de aula.
«Saber escrever e falar português – lembra neste texto a professora Lúcia Vaz Pedro – é uma obrigação de qualquer falante minimamente escolarizado e respeitador da sua própria imagem perante terceiros – siga a norma ortográfica que seguir.»
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.