Lusofonias - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos que versam sobre política de língua.
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«A língua portuguesa é a quarta mais falada no mundo, e se «a língua é poder» não lhe basta ser, é preciso ser reconhecida como tal» – diz a presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ana Paula Laborinho, em entrevista ao semanário Expresso, de 1/10/2016.

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«Uma conferência sobre os 30 anos de Português na União Europeia [realizada em Lisboa em 26/09/2016, no Museu do Oriente], não mereceu atenção da imprensa diária, que por acaso precisa dessa matéria-prima para trabalhar. Mas isto é apenas o corolário da falta de estratégia a que nos últimos 40 anos os sucessivos governos têm votado o português. (...)», escreve o jornalista Nicolau Santos, neste artigo publicado no semanário Expresso de  1/10/2016, que a seguir se transcreve na íntegra, com a devida vénia.

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No contexto das comemorações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, o atual ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, realça a crescente afirmação global da língua portuguesa, sublinhando: «O que é promover a língua portuguesa? É promover a sua afirmação como língua internacional, de comunicação e de negócios. É promover o seu ensino, em todos os níveis. É promover o seu uso, quotidiano e cultural. É promover a criação que se exprime em português. E é promover o diálogo e a cooperação entre todos os seus falantes, e as comunidades, nações e países que eles formam.» Artigo publicado no Jornal de Notícias de 5/05/2016.

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«A língua que nos une e queremos valorizar é uma língua policêntrica e pluricontinental; integra múltiplas variedades, todas de igual valor», acentua, neste artigo publicado no semanário Expresso do dia 25 de março de 2016, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, destacando, em concreto, «o reforço do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e a ênfase na produção de conteúdos digitais» em português. Uma tomada de posição na sequência da oposição de Angola, em particular, a Portugal assumir o secretariado executivo da CPLP, como estava previsto para este novo mandato de quatro anos, e que vai ser assumido, primeiro, por São Tomé e Príncipe.

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«Se em países africanos o português é factor de "unidade", em Timor se se falar apenas português os jornalistas "não vão perceber"», foi dito no debate "O futuro da língua portuguesa" [realizado em Lisboa, no âmbito da celebração do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, a 5 de maio de 2015] – conforme se reporta nesta notícia do jornal "Público" do dia 5/05/2015.

 

 

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Por Lusa

«A Europa é o espaço em que o português tem maior dificuldade em se afirmar como uma grande língua e Portugal não está a fazer o suficiente para reverter este quadro» – considera o deputado português José Ribeiro e Castro (CDS-PP), em declarações à agência de notícias Lusa, por ocasião das comemorações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, em Lisboa.

 

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«Espartilhado nas suas componentes e obrigações em dependência CPLP, que mais poderia ser o Instituto Internacional da Língua Portuguesa que um simples secretariado executivo de decisões superiores ou alheias, atropelando os planos e iniciativas dos seus especialistas?»

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«A dinâmica de pluralidade e de diversificação que atinge a língua portuguesa confronta-se com um desafio: o de fazer dela um fator de produção e difusão do conhecimento. Para isso, carecemos de um idioma de modelização científica com coesão e com rigor conceptual.» Artigo publicado no mensário português "Jornal de Letras", de 25 de junho de 2014.

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«Desde há décadas e para além daquela retórica estafada, [em Portugal] pouco ou nada tem resultado do discurso político em torno da língua portuguesa. [Por isso] celebre-se (...) o Dia Internacional da Língua Portuguesa, mas não apenas para tranquilidade da culposa consciência daqueles que pouco ou nada fazem por uma política de língua responsável.» Artigo dado à estampa na edição do jornal "Público" de 25 de junho de 2014.

 

 

«Moderno é Lula discursar em português na Cimeira do Clima em Copenhaga. Moderno é Mourinho exibir orgulho ao receber em português o seu título mundial. Saloios, ultrapassados, são os “portugueses não-praticantes” que se inferiorizam e nos empurram para a irrelevância», escreve o deputado do CDS/PP em artigo publicado no jornal Público de 28/02/2011.