Biografia dos autores dos textos do Ciberdúvidas
Doutorado em Educação - Metodologia do Ensino do Português pela Universidade do Minho, mestre em Linguística Portuguesa Descritiva pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Licenciado em Línguas e Literaturas modernas (variante de Estudos Portugueses e Franceses) pela mesma universidade, detém ainda um mestrado em Logopedia pelo Institut Superior d'Estudis Psicològics, Universitat de Vic. É Professora Coordenador Titular do Instituto Politécnico de Leiria e Presidente do Conselho Científico-Técnico do Instituto Politécnico de Leiria - Escola Superior de Educação e Ciências Sociais.
Poeta e diplomata português nascido em 1950, em Idanha-a-Nova (Castelo Branco). Começou a colaborar muito jovem, entre 1965 e 1967, no Diário de Lisboa-Juvenil. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, em 1974, ingressou um ano depois na carreira diplomática sucessivamente em Luanda, Madrid e Paris, além de, ao serviço do Ministério dos Negócios Estrangeiros, ter estado colocado no Conselho da Europa. Recados (1983) marcou a estreia deste autor, cuja obra, inserindo-se numa estética pós-modernista, conta com títulos como Areias Escuras (1984), Seis Elegias e Outros Poemas (1985), A Ilha dos Mortos (1991), O Jogo de Fazer Versos (1994), Correspondência Secreta (1995), Outras Canções (1998), Os Dias Inventados (2001), Lendas da Índia (2011), A Misericórdia dos Mercados (2014), Outro Ulisses Regressa a Casa (2016), Poemas Reunidos (2018), entre outros.
Figura principal da Linguística portuguesa, Luís Filipe Lindley Cintra (Lisboa, 1925 – Sesimbra, 1991),de seu nome completo, foi professor catedrático (de 1962 até à morte) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Como investigador, distinguiu-se principalmente nas áreas da literatura medieval, da linguística românica, da dialectologia e da geografia actual da língua portuguesa. É autor de uma edição crítica Crónica Geral de Espanha de 1344 (tese de doutoramento, publicada entre 1951 e 1961), de A Linguagem dos Foros de Castelo Rodrigo (1959) e Estudos de Dialetologia Portuguesa (1983). Com Celso Cunha, publicou em 1984 a conhecida Nova Gramática do Português Contemporâneo, «uma gramática escrita para servir de normativa, simultaneamente, à língua usada por portugueses, brasileiros e africanos». Biografias, História da Língua Portuguesa em Linha, Camões-Instituto da Cooperação e da Língua. Integrou a comissão negociadora do Acordo Ortográfico de 1990. Mais informações aqui, aqui e aqui.
Cf. Centenário de Lindley Cintra: acima de tudo, um professor + Lindley Cintra — O Príncipe das Letras
Luís Francisco Rebelo (Lisboa, 1924 - Lisboa, 2011) é autor de vasta obra no campo teatral, quer como dramaturgo, quer como crítico, ensaísta, tradutor e historiador. Foi várias vezes perseguido pela censura, mas não obstante, desempenhou um papel renovador na evolução do teatro português.
Doutorado pela Universidade de Oxford. É leitor do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e diretor dos cursos de Língua e Cultura Portuguesa do Departamento de Línguas e Culturas Modernas da Universidade de Glasgow. Especialista em emblemática, é coeditor da coleção Glasgow Emblem Studies. É também editor do Portuguese of the Year's Work in Modern Language Studies (Brill).
Pseudónimo literário de Luís Domingos Francisco. Crítico literário e ensaísta angolano, foi vice-ministro da Cultura de Angola, adido cultural em Portugal e levou a literatura à televisão nacional angolana. Autor, entre outras obras, de Apuros de Vigíla; Ensaios de Meditação Genérica (1988); Apologia de Kalitangi; Ensaio e Crítica (1997); Estrada da Secura (1998); Menção Honrosa do Prémio Sonangol de Literatura (1998) – poesia; O Notívago e Outras Estórias de um Benguelense (2000) – conto; e De Vagares a Vestígios.
Copywriter e jornalista português, autor, entre outros livros, do Desdicionáro da Língua Portuguesa.
Luís Miguel Queirós nasceu no Porto, em 1962. Iniciou-se nas lides jornalísticas, no desaparecido O Comércio do Porto estando agora no Público. A sua atenção principal esteve sempre focada na literatura e, em particular, na poesia.
