Pelourinho Porquê mobile à inglesa? O termo mobile vem actualmente associado a vários serviços relacionados com telemóveis: RTP Mobile, Mobile TV, MEO Mobile, ZON Mobile… Maria João Matos · 14 de dezembro de 2010 · 6K
Acordo Ortográfico // Notícias Governo português adopta Vocabulário do ILTEC Acordo Ortográfico nas escolas em Setembro de 2011 e três meses depois nos demais organismos do Estado O Acordo Ortográfico de 1990 passa a ser aplicado nas escolas do ensino básico e secundário de Portugal a partir de Setembro de 2011 e, quatro meses mais tarde (...) 10 de dezembro de 2010 · 8K
Antologia // Portugal Ditosa língua nossa* Poema, inserto na obra do autor, O Lima (Carta IV – a D. João de Castelo Branco), a seguir transcrita da antologia Paladinos da Linguagem, organizada por Agostinho de Campos. Diogo Bernardes · 6 de dezembro de 2010 · 4K
Pelourinho O recorrente «há anos "atrás"» Apesar do seu uso (quase) generalizado, «há anos atrás» e congéneres são redundâncias que vale a pena repensar. O verbo haver, associado a uma palavra que designa tempo, indica passado; o advérbio atrás significa, por sua vez, «tempo já passado; antes, anteriormente». Logo, o emprego simultâneo do verbo haver e do advérbio atrás é redundante. Maria João Matos · 6 de dezembro de 2010 · 10K
Pelourinho // Revisão de texto A propósito de um anúncio da Off&cina – Shoes & Coats Um anúncio da empresa Off&cina – Shoes & Coats, publicado no primeiro caderno do Expresso, de 20 de Novembro de 2010, chamou-me a atenção pela quantidade de situações susceptíveis de reparo e/ou reflexão em tão pouco texto. Dizia apenas: Off&cina – Shoes & CoatsPROCURAMOS MASTER-FRANCHISING PARA OS MERCADOS DE: ESPANHA-POLÓNIA-REPUBLICA CHECA-SUÉCIA-NORUEGA E CHINARESPOSTA AO EMAIL: V.RDESIGN@HOTMAIL:COM E no pouco que diz, várias questões merecem análise: Paulo J. S. Barata · 1 de dezembro de 2010 · 5K
Pelourinho Pérolas do português mais básico «Carros incendiados, correria, tanques pelas ruas, polícias e criminosos de metralhadora em punho. O Rio de Janeiro passou a semana como cenário de um filme de ação, em clima de guerra civil, sob o ataque de fações criminosas. […] Uma adolescente de 14 anos, que estava em casa em frente do computador, morreu com um tiro no peito, atingida por uma bala perdida. Quando se imaginava que a violência iria recrudescer, aumentou.» José Mário Costa · 29 de novembro de 2010 · 5K
Lusofonias Um atentado clandestino contra a língua portuguesa O Governo português aprovou, «de modo sorrateiro», a adesão do chamado “Acordo de Londres”, que substitui «quase integralmente o português pelo inglês na validação em Portugal do registo europeu de patentes» — insurge-se José Ribeiro e Castro, eurodeputado do CDS e presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, em artigo de opinião inserto no matutino Público de 25 de Novembro de 2010, que aqui se reproduz, com a devida vénia. José Ribeiro e Castro · 25 de novembro de 2010 · 4K
Antologia «O nobre idioma, o alti-sonante português» A língua está a pique de perder-se, degenerando em garabulha por arte de franchinotes. Já não é sòmente o vocábulo de boa casta que é renegado pelo barbarismo, é a própria plástica, a mesma sintaxe, de construção robusta, que se vai deformando com o arrocho do justilho, efeminando-se com embelecos e postiços. Coelho Neto · 24 de novembro de 2010 · 5K
Pelourinho // Sintaxe «Alguém cortou-o e atou-lhe as tripas?»! Esta frase dá a cara a um texto publicitário que passa no canal televisivo AXN, em Portugal, a anunciar, presumo eu, um qualquer filme de terror. Não é preciso ser a Miss Marple para comprovar o duplo assassínio: o da personagem vítima do acto sanguinário, claro, mas também o da sintaxe estropiada… Maria João Matos · 22 de novembro de 2010 · 4K
Antologia // Brasil Expansão da Língua Portuguesa Sejam quais forem as reacções necessárias e fatais entre a grandeza de um povo e a difusibilidade da sua língua, o certo é que poucos povos teem tido uma história tão grande como o povo português, e que também poucas línguas teem hoje uma geografia tão dilatada como a portuguesa língua. Raimundo Correia · 17 de novembro de 2010 · 7K