Pelourinho - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Registos críticos de maus usos da língua no espaço público.
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Convenhamos que é, no mínimo, surpreendente um erro destes no anúncio de um colóquio pretensamente científico sobre a ortografia (...)

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«Os items variam entre relógios de marcas de luxo a garrafas de Whisky de 20 a 30 anos».

Diário de Notícias online. DNPolítica, 5 de setembro de 2014 ).

 

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«Presidente russo considera provocação as sansões económicas decretadas pela Europa».

A Bola, 2 de setembro de 2014, p. 37.

 

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«Os muitos problemas de um homem perturbado têem origem na relação conflituosa com o pai.»

Confrontação (1998), MOV, 15 de março de 2014, 15h35

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O verbo pôr tem direito a um "adereço" gráfico, mas os seus amiguinhos nem tanto. Será tão difícil entender uma regra que vem de… 1945 (portanto sem a “desculpa” do Acordo Ortográfico)?

Impor, repor, contrapor, pressupor, propor, supor NÃO TÊM qualquer acento circunflexo!

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«Vendo-se na eminência de ser eliminado, um membro da máfia recorre a um acordo de protecção com o FBI dando o seu testemunho como contrapartida».

 

Era esta a sinopse do filme Um trunfo na manga (2007), que passou a 1 de janeiro, às 23h20, no canal Mov.

«Se o Obamacare (plano legislativo de cuidados de saúde proposto pelo presidente norte-americano) não avança no Congresso, então não há dinheiro para mais despesa, diz a administração Obama. Demagogia e irresponsabilidade, diram alguns» (Luís Ferreira Lopes, "E se o shutdown fosse em Portugal?", SIC Notícias online, 1 de outubro de 2013).

 

Paulo J. S. Barata apresenta mais um caso de confusão entre duas formas do verbo poder, podemos e pudemos.

 

A confusão entre podemos e pudemos é um erro recorrente nos media portugueses. Uma notícia do sítio do jornal desportivo português Record, de 6 de julho de 2013, transcreve a seguinte declaração do diretor do Sporting Clube de Portugal, Augusto Inácio:

Além de polémico, um despacho publicado em Portugal apresenta numerosos erros que Paulo J. S. Barata escalpeliza no seguinte apontamento.

 

O tão falado Despacho n.º 47/2013/MEF, de 8 de abril, que proíbe os organismos públicos portugueses de efetuar despesa, com algumas exceções (pessoal, custas judiciais e contratos em execução), sem prévia au...

Vai-se mantendo e ocorre a espaços na comunicação social escrita a confusão entre mantém (3.ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo manter) e mantêm (3.ª pessoa do plural do mesmo tempo, modo e verbo). Numa notícia recente sobre as reformas dos funcionários públicos pode ler-se:

«[…] mas os funcionários que peçam a reforma até ao final do ano mantém as regras actualmente em vigor (63,5 anos de idade e a antiga fórmula de cálculo)» (Público, 7 de dezembro de 2012, p. 28).